O inventário é um momento delicado, e cheio de decisões com consequência tributária permanente: o valor pelo qual cada bem é partilhado define o imposto que os herdeiros pagarão em vendas futuras; o ITCMD comporta revisão quando calculado sobre bases incorretas; e a declaração final do espólio, obrigatória perante a Receita Federal, consolida escolhas que não se desfazem. Conduzimos inventários judiciais e extrajudiciais com essa camada tributária no centro do trabalho, porque a partilha termina, mas seus efeitos fiscais acompanham a família por décadas.