Planejar a sucessão é decidir, em vida e com calma, o que levaria anos, e uma parcela relevante do patrimônio, para ser resolvido em um inventário. O trabalho combina os instrumentos jurídicos (holding familiar, doações com reserva de usufruto, testamento, acordos societários) com a camada tributária de cada escolha, num momento em que o imposto sobre heranças e doações passa por mudanças estruturais no país. Organizar antes é a diferença entre escolher as regras do jogo e ser escolhido por elas.
O escopo de cada caso é definido na proposta, depois de entendermos a sua situação.
Uma conversa estruturada para mapear a situação da família e indicar se e como o planejamento faz sentido no seu caso.
Tempo, custo e controle. O inventário é o caminho mais lento e caro de transmitir patrimônio, e as decisões saem das mãos da família. O planejamento antecipa essas escolhas com eficiência tributária — e o momento importa, porque as regras do imposto sobre heranças estão em mudança.
Não. Holding é ferramenta, não solução universal — para alguns patrimônios ela é eficiente; para outros, cria custo sem benefício. O diagnóstico existe justamente para essa resposta.